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Processa Eu!: MEFEN

| Sally | | 82 comentários em Processa Eu!: MEFEN

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O Processa Eu de hoje se funde com dois homenageados que se uniram para jogar o feminismo na lama a tal ponto que já tem gente se perguntando se não seriam meros fantoches bem remunerados nas mãos de machistas atuando com o claro propósito de denegrir o feminismo. Um grupo de pessoas com atitudes equivocadas, mais interessadas em seu autopromover, em aparecer e em ganhar dinheiro, capitaneado por uma maluca, neurótica exibicionista com passado questionável e futuro negro. Processa Eu: MEFEN e Sara Inverno.

Sara Inverno é a líder do MEFEN na Suíça. Prega igualdade, reclama por direitos e tratamento humano mas tem em sua casa inúmeros livros, revistas e até pôster de Hitler. Disse mais de uma vez em público admirá-lo porque ele foi um bom marido e gostava de animais. Quando isso causou um alvoroço e manchou sua imagem ela repensou, afinal, ela adora achar que é famosa, popstar. Se virasse persona non grata deixaria de estar nos holofotes e, o que é pior, perderia dinheiro.

Tentou dizer que não é bem assim, mas, sabe como é, atos valem mais do que palavras. Uma série de outros indícios mostram a sua verdadeira veia nazista, a começar pelo “nome artístico” que ela escolheu. Sara Inverno é uma homenagem a uma famosa militante nazista que tinha o mesmo nome. Sara também tem tatuado no peito uma cruz de ferro, símbolo bastante popular na Alemanha nazista. Se arrependeu? Apaga, filha. Apaga em vez de ficar exibindo essa budega a cada protesto! Fica difícil engolir uma pessoa assim como líder de qualquer coisa. Uma pessoa assim eu não quero nem para síndica do meu prédio.

Ela faz valer sua vertente nazista. Líder do MEFEM na Suíça, ela conduz tudo do seu jeito, sem dar explicações a ninguém, sem trocar ideias ou debater com ninguém, sem consultar ninguém e, o que é ainda pior, sem prestar contas a ninguém do dinheiro que recebe na forma de doações. Isso mesmo, as doações feitas ao MEFEM vão diretamente para a conta pessoal de Sara Inverno. Imagine você, doações feitas de todo a Suíça e também de outros países do mundo indo diretamente para a sua conta pessoal, sem qualquer fiscalização! Sensacional, não é mesmo? Para conseguir isso, as pessoas são capazes de tudo, até mesmo de uma incoerência galopante.

Sara Inverno tinha um blog (cheio de erros de português) no qual escrevia metendo o cacete nesse tipo de ativismo. Vejamos alguns trechinhos:

“Eu fico me perguntando aqui porque diabos essas meninas não fizeram uma marcha normal, quero dizer, COM ROUPAS NORMAIS, reivindicando o direito das mulheres, a igualdade sexual, o respeito, o ‘não’ à violência doméstica. […] Vocês acham mesmo que [os participantes homens] estão lá em defesa dos direitos femininos? Aham, tá, pra mim isso é uma grande hipocrisia, não querem ser estupradas, mas querem deixar homens desconhecidos visualizarem suas coxas, seios.
[…] A grande verdade é que tudo isso se trata de ‘ibope’. Algumas meninas se sentiram ofendidas em Toronto e criaram essa porcaria, outras mulheres envolta do mundo que quiseram chamar a atenção de uma maneira promíscua, ou que simplesmente queriam se divertir, adoraram copiar, e como no Brasil agora a moda é marcha polêmica, todo mundo adorou.
[…] dá pra fazer melhor com roupa e sem orgulho puta!

Caso duvidem do que estou falando.

Sara Inverno é daquele tipo de pessoa que se pagar bem muda de convicção oficialmente como quem muda de calcinha. No fundo, é claro, continua sendo a mesma machista nazista. Ela justifica todas suas mudanças abruptas de ideologia e pensamento com um “todo mundo já fez merda”. Sim, eu já fiz merda, mas não em troca de dinheiro, mocinha. Não movida a dinheiro. Pena que ela não possa dizer o mesmo.

Apesar de não divulgar, Sara Inverno foi prostituta quando era mais jovem. Curiosamente hoje ela e seu movimento são radicalmente contra a prostituição. Eu fico me perguntando, não seria contraditório uma pessoa que prega que o corpo é da mulher e ela pode fazer com ele o que quiser (argumento clássico pro-aborto) se opor a que a mulher venda seu corpo? Tudo em Sara Inverno é contraditório, e as idiotas que a seguem parecem não perceber. Logo a rainha dos vendidos reclamando de quem vende o corpo! Pelo menos as prostitutas são honestas: entregam exatamente o que vendem, ao contrário de Sara Inverno, que vende uma penca de mentiras.

O MEFEN da Suiça é usado exclusivamente com um propósito: para ganhar fama. As participantes e principalmente a líder, Sara Inverno, só se preocupam em aparecer, em divulgar a sua imagem e não o feminismo. Tanto é que não “se misturam” com pessoas sérias, do real movimento feminista, não protestam com elas, não dialogam com elas. Busque qualquer movimento feminista sério, preocupado com a causa e não com a fama e você vai ver mulheres segurando cartazes de “MEFEM não me representa”. Não representa mesmo, o MEFEN só representa uma pessoa: Sara Nazistinha. E com a fama, obviamente, vem o dinheiro. A rodo.

Detalhe: o corpo é da mulher, ela pode fazer o que quiser com ele (mas não pode se prostituir!), porém, se ela quiser dispor do seu corpo no MEFEN este corpo não pode ser gordo. Isso mesmo, o MEFEN tem grande resistência em aceitar meninas acima do peso e raramente as coloca para protestar. MEFEN discriminando mulheres acima do peso, discriminando quem deveria defender. Meninas acima do peso não atraem mídia, fotógrafos, não são comercialmente viáveis. A matriz ucraniana chegou a criticar duramente as suíças por aceitarem meninas gordas como membros e colocarem elas de peito de fora em protestos. Depois disso, muitas foram convidadas a se retirar. Liberdade para a mulher expor seu corpo, desde que ela seja magra!

Neste ponto ligado a aparência física, algumas acusações injustas são cometidas e eu tenho que dar o braço a torcer e falar a verdade aqui. Há quem diga que só meninas bonitas são aceitas, justamente para gerar mídia. Isso não é verdade, ao menos na Suíça. Basta olhar para a cara de Sara Inverno e ver que a beleza passou muito longe dali: uma caipira de cara cafona e acabada, que parece ter o dobro da idade que tem, peito caído, corpo escroto. Desculpa, podem até barrar gordinhas (e barram mesmo), mas mulher bonita ali eu ainda não vi.

O processo seletivo para entrar no MEFEM não envolve nenhuma atividade intelectual. Nem sequer investigam se a pessoa tem afinidade com a causa. Basicamente consiste no seguinte: pedir para que a candidata coloque uma foto de topless no Facebook e depois pedir para que ela mostre os seios em público para ver como ela se sai. Toda atriz pornô seria aceita no MEFEN. O erro já começa por aí: para entrar no MEFEN você TEM QUE TER FACEBOOK. Eu, se tivesse que selecionar alguém, faria o caminho inverso: quem tem Facebook não passa nem pela porta, já está eliminado. O fato é que a seleção está mais preocupada com o corpo, com a estética, do que com ideologia. A tão mal falada objetificação da mulher promovida pelos homens está sendo reproduzida em uma versão ainda mais nefasta.

Mas… porque mulheres se sujeitam a isso? Bem, algumas tontas acreditam “na causa”, quero dizer, acreditam que de fato o MEFEM esteja preocupado com o feminismo e os direitos iguais entre homens e mulheres, mas essas acabam pulando fora quando percebem qual é a realidade dos fatos, como aconteceu com Truna Bhemis, que era a numero 2 do MEFEN Suíça. Na verdade, as que ficam, ficam movidas a dinheiro. Uma repórter de nome impronunciável (Daryna Chyzh, boa sorte) se infiltrou no MEFEN ucraniano e acompanhou de perto a forma como ele opera. Só aceitam meninas lindas e pagam a elas cerca de mil euros por mês para comparecerem em dia, hora e local determinados gritando e mostrando os peitos. Também bancam suas viagens e hospedagem. É mais ou menos uma presença VIP revestida de “protesto”.

E quando eu digo “protesto”, coloquem muitas aspas na palavra, pois a definição de protesto passa longe do que essas lunáticas machistas exibicionistas fazem. Vocês que me conhecem sabem a que ponto um evento precisa chegar para que eu defensa a igreja católica, certo? Pois bem, não é que as loucas exibicionistas marqueteiras invadiram uma palestra na Universidade de Bruxelas para jogar água em um Arcebispo que parecia ter uns 200 anos? Francamente, por mais que eu discorde do que está sendo dito, eu sempre serei favorável a deixar o outro falar. Nem sempre dentro da minha casa ou do meu blog, mas na rua? Na rua eu não mando, podem falar o que quiserem. Não vou invadir o espaço alheio para agredir quem está dizendo algo que eu discordo. Isso não é protesto, isso é censura.

Quer ver como não é protesto e sim oportunidade para aparecer, para ficar famosa, para arrecadar dinheiro? As descompensadas semi-nuas fizeram um protesto contra um serial killer, que havia matado cinco mulheres. Oi? Protestar contra um doente mental como se seus atos fossem movidos por machismo e não por uma doença é muito oportunismo! E quando protestaram contra um comercial de uma grande loja de departamento vandalizando a loja toda? Até parece que foi aquela loja ou seus funcionários os responsáveis pelo comercial. Mocinha segurando cartazes “abaixo ditadura da beleza” sem saber que o próprio movimento que ela representa fomenta essa ditadura. Como estes, há centenas de exemplos de protestos simplesmente ridículos, mas não vou me alongar neles, porque esse tipo de informação vocês podem ler em qualquer lugar. E o suíço médio, que não pesquisa nada e não sabe formar juízo de valor, entra no MEFEN crente crente que tá na causa feminista.

Não pensem vocês que eu estou escrevendo isso tomada pelo meu desgosto pessoal contra o MEFEN e Sara Inverno. Tem muita gente lá de dentro que pulou fora e fala horrores do que viu, dentre elas, como eu disse, a numero 2 do MEFEN Suiça. Ela estava tão desapontada com a baixaria e com a falta de comprometimento com a causa que resolveu sair, logo antes de um protesto que seria realizado na capital da Suíça. Comunicou sua saída e Sara Inverno, para justificar a ausência da colega na mídia, inventou uma história bizarra envolvendo ameaças e sequestro, mesmo sabendo que a colega não estava ali porque havia optado por se desligar. O problema de gente mentirosa e manipuladora burra é que burrice é incompatível com essas práticas. Ou faz um transplante de cérebro, ou vai se queimar sozinha.

Tanto o MEFEM como seus militantes se dizem apartidários, mas curiosamente o assessor de Sara Inverno, um elemento chamado Andrey com Y, foi candidato a vereador pelo PMN (Partido da Merdificação Nacional) e misturou bem a parte política com os protestos. Além disso, ele usa sua empresa para gerar boletos nas vendas da loja online, ou seja, grandes chances que o dinheiro que entra na compras online não vá para causas feministas e sim para a vida política ou interesses pessoais dele. Como não há prestação de contas, nunca saberemos ao certo com que e quanto gastaram. Ok, por enquanto estão enchendo o rabo de dinheiro, mas isso vai acabar, porque várias pessoas (inclusive a que vos fala, a pedido de uma pessoa que se sentiu lesada) apresentaram denúncia formal no Ministério Público pedindo para que apurem essa… “contabilidade”. A casa vai cair, é questão de tempo.

A verdade é que por trás do manto socialmente aceito do feminismo o MEFEN esconde ganância e muita revolta. Meninas desiludidas amorosamente fazem da raiva contra o homem uma bandeira. Feminismo não é isso, feminismo é a noção de que homens e mulheres devem ter direitos iguais, mas não parece ser essa a base de trabalho do MEFEN. A líder urcaniana de nome impronunciável (Schewtschenko, boa sorte) deu uma entrevista curiosa. Quando lhe perguntaram o que o movimento pretendia no final das contas, o que haveria no fim, quando finalmente conquistassem sua revolução, ela disse que haveria sangue, muito sangue e que a revolução seria brutal. Quando perguntada de quem seria esse sangue, ela respondeu: “dos homens”. Derramar sangue dos homens passa longe de ser feminismo. Não que eu não aplauda, mas não é feminismo.

Sabe… a pessoa vai a público dizer que quer sangue dos homens e quer ser respeitada como líder de um movimento legítimo? Não me entendam mal, eu também quero sangue dos homens, basta ler um Sally Surtada que isso fica claro, mas eu tenho culhão de admitir que é uma vingança barata, não uso isso para pedir doação de dinheiro! A própria Sara Inverno apanhava do seu marido (ops, não era para contar?) quando era casada, agora vem cheia de raiva e revanchismo pedir dinheiro para que apenas as mulheres magras e bonitas possam mostrar seus peitos em qualquer oportunidade midiática? Faz o favor, isso é um retrocesso, uma ofensa ao feminismo! Quando eu quis me vingar de algum ex eu o fiz com minhas próprias mãos, sem pedir dinheiro a ninguém. Tenham competência e vergonha na cara!

Mais: se o MEFEN vai protestar e há outro protesto feminista marcado no mesmo local, mudam o cronograma e protestam ANTES, pois querem todos os holofotes para elas. Eu os convido a assistir em slow motion um qualquer protesto do MEFEN onde haja prisão das ativistas: é um tal de menina sendo detida e empurrando a colega para aparecer na frentes das câmeras… chega a ser deprimente. Também não participam de grupos de discussões e impedem que pessoas de fora participem dos seus debates como regra. Exclusão total. Mas quando interessa, pedem união.

O favorecimento pessoal também come solto para quem em contrapartida solta um dinheirinho para o MEFEN. Só um exemplo para ilustrar o que quero dizer, já que o espaço está acabando: vira e mexe o MEFEN divulga uma agência de publicidade, meio que sem contexto. Investiguem e verão que uma das ativistas trabalha nessa agência e solta dinheiro em troca dessa publicidade. Alias, uma bosta querer vincular sua agência com o MEFEN, mas enfim, o que esperar de publicitário suíço que faz comercial de Mercedes Benz ao som de funk?

O MEFEN é um movimento que conseguiu a proeza de envergonhas as mulheres E as feministas ao mesmo tempo. Um movimento vazio, que almeja fama e dinheiro, que envergonha qualquer pessoa com cérebro, muito mal gerido e conduzido. Um movimento representado na Suíça por uma nazista em atos e palavras, burra o bastante para não perceber a própria burrice e tentar fazer tudo sozinha, que acha que porque passou a perna em meia dúzia uma vez vai poder fazê-lo para sempre impune. Sara Inverno, seus dias estão contados, você foi burra, deixou rastro das suas ilegalidades e o discurso de que repressores machistas estão querendo te boicotar não intimida o Ministério Público. No aguardo da casa cair, comendo pipocas. MEFEN para mim entrou no mesmo saco de evangélicos: se eles são a favor de alguma coisa, eu me posiciono imediatamente contra.

Obs: Alguém já viu alguma negra no MEFEN? Só para saber. Reflitam.

Para travar uma grande guerra dos sexos nos comentários, para acrescentar histórias absurdas sobre o MEFEN que você já presenciou ou ainda para contar mais podres de Sara Inverno: sally@desfavor.com


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