
Falando sozinhos.
| Somir | Somir Surtado | 35 comentários em Falando sozinhos.
Sempre me impressionou como algumas pessoas tem a capacidade de falarem sozinhas. Não no sentido “maluco” de falar com o vazio ou com objetos inanimados, mas naquela coisa estranha de ter um interlocutor claramente desinteressado e mesmo assim continuar. Me parece tão estranho… como essas pessoas conseguem?
Nas raras vezes que eu resolvo me comunicar com outro ser humano, tenho que ter a certeza que pelo menos estou conseguindo a atenção dessa pessoa. Menos do que isso parece absurdo… no primeiro “hm-hum” desinteressado (todos sabemos como é essa expressão, não?) eu já quero enfiar a minha cabeça num buraco e me esconder. Tem coisa mais vergonhosa do que falar com quem não quer te escutar? Bom… tem: insistir nisso.
A recusa em teimar nessas situações pode até ferir suas chances ao abordar mulheres “aleatórias”, por exemplo, mas pelo menos garante que se converse basicamente com pessoas que realmente vão participar daquilo. Eu posso até ter um padrão excessivamente orgulhoso na hora de decidir se estou recebendo a atenção merecida, mas já notei que a mentalidade costuma se repetir em graus diferentes em pessoas que tem amor-próprio. Gente que realmente se acha interessante se ofende um pouco sim quando o outro não partilha da opinião. Natural, acredito.
Tenho muita curiosidade para saber como é que tanta gente nesse mundo simplesmente “aluga” o ouvido alheio sem perceber que está incomodando. Claro que hoje em dia com a internet o conceito fica mais confuso. Eu mesmo estou escrevendo um texto que muita gente vai achar um saco, cujo desenvolvimento seria recebido com bocejos ou irritação caso fosse uma conversa pessoal… mas, como estou falando com todo mundo e com ninguém ao mesmo tempo, nada de mais. É só parar de ler se for chato. Quando está na esfera pública e pode-se “trocar de canal” sem nenhuma repercussão, sem problemas.
Mas e quando a mensagem tem destino? Tem olhos e ouvidos definidos para decodificá-la? Como é possível ficar se comunicando com alguém que não tem interesse em você sem sofrer uma pancada no ego? Eu desconfio que seja um misto de desconexão da realidade e falta de se amar. Tem alguma coisa que está quebrada em quem não se toca que não querem dar atenção para essa pessoa. Algum mecanismo de defesa que deve desenvolver-se em pessoas que nunca receberam a atenção desejada.
Eu posso até estar mimado com isso: não funciona com todo mundo, na verdade funciona com pouca gente, mas eu tenho certeza que de tempos em tempos eu consigo parar uma pessoa e falar horas com ela só usando meu estoque “natural” de informações e ideias acumuladas. Até ficar bêbado com a atenção, se quiser. Sempre tive a segurança que pelo menos nos contextos ideais, eu posso ser muito interessante. Isso me garante que eu posso empinar o nariz e julgar indigna da minha atenção a pessoa que não me dá isso de volta. E eu sempre achei que todas as pessoas tinham essa mesma “rede de segurança”. Mas… talvez nem todas.
Talvez para muitos o que exista mesmo é a certeza que cada interação com outro ser humano é uma guerra brutal para conseguir atenção. Alguma coisa deu errado no meio do caminho e ela ou está cercada por pessoas incompatíveis, ou se expressa de uma forma tão incômoda que mesmo o público “ideal” não aguenta. A pessoa que não reage de acordo com o desinteresse alheio faz o equivalente a metralhar a linha inimiga na esperança de alguma bala acertar. Só atira o que tem na cabeça sem controle algum. E nisso, acaba sempre falando sozinha.
A pessoa sem noção vai fazer isso na imensa maioria das vezes: falar de tudo o que quer sem padrão ou contexto até não conseguir mais. A troca com outro ser humano exige um grau elevado de foco para ser minimamente válida. Falar com alguém não é só falar tudo o que quiser sem filtros, é adaptar o discurso ao interlocutor e manter aquela relação momentânea válida. Eu até argumento que a falta de noção tende a ser o comportamento padrão nas conversas entre as pessoas. Eu tento prestar atenção no máximo de conversas possíveis no meu dia-a-dia, e canso de perceber “duetos de monólogos”. Duas pessoas falando sozinhas entre elas. Ninguém escuta ninguém a não ser em algumas palavras chave usadas para iniciar o próximo tema.
Pode ser que esse seja mesmo o padrão. E que quem é muito deslocado da realidade ao ponto de falar sozinho até mesmo com quem não demonstra interesse algum está só repetindo o comportamento sem fingir que se importa com uma resposta. Mas eu acho que a resposta vai além disso: o deslocamento da realidade acaba reforçado por um inconsciente senso de falta de importância. No fundo quem “dá bom dia a cavalo” nem deve achar o que fala interessante de verdade. Acredito que no fundo quem não tem coisas interessantes sobre as quais falar, ou mesmo quem é péssimo na hora de concatenar esses pensamentos, tem essa noção. Isso pode ser o desespero na tentativa de virar o jogo: “se eu falar muito, sem parar, eu posso acertar algo na sorte pura…”.
Até um relógio quebrado acerta a hora duas vezes por dia, mas costuma ser uma tática irritante para quem é alugado por essa gente. Ainda mais nos dias de hoje, nossa atenção é disputada a tapa pelo mundo inteiro, sobra pouco espaço para esperar um chato falar algo interessante, e mesmo assim, um sanduíche cujo recheio é 99% merda e 1% presunto não passa a ser um sanduíche de presunto, não? Merda contamina tudo. O que eu quero dizer aqui é que essa tática de falar sem parar é uma furada óbvia, é irritante para quem tem de estar do outro lado dela, mas mesmo assim a pessoa não se toca.
O que faz alguém perder tanto assim o senso da realidade? Não faz o menor sentido continuar falando com quem não quer te ouvir, é se prestar a um papel ridículo que dificilmente vai ser revertido. Como lidar com essa rejeição óbvia e não ir procurar outras pessoas que possam estar interessadas? Qual o ganho desse comportamento? Bom, não sou psicólogo, mas chuto: a pessoa se odeia. Se odeia tanto que quer passar por essa sensação escrota, e se engana tanto que tenta mitigar o sofrimento teimando nesse comportamento sob uma ilusão estúpida que a situação pode ser revertida.
Não é recado não. Quem faz essas coisas está longe do alcance de um texto desses. Se você sequer pensou que pode ser alguém do tipo, grandes chances de não ser. Eu fico muito curioso mesmo. Querendo entender como essas cabeças tortas funcionam, como alguém pode se prestar a esse papel e não passar o dia morrendo de vergonha. Ou, até no sentido oposto, imaginando por exemplo quanta gente interessante pode estar lendo o desfavor agora mesmo e erroneamente achando que ninguém vai querer ler o que tem a dizer.
O ser humano é fascinante…
Eu falo MUITO sozinho. Não do jeito tratado pelo texto, de falar com quem não tem interesse em ouvir; falo muito comigo mesmo. Tem dois motivos principais: o primeiro é que é relativamente frequente eu ter mil coisas rodando na minha cabeça e não da pra ter um “personal psychologist” pra me escutar toda vez que eu preciso debater/conversar sobre algo, e nem sempre é algo que eu posso falar com qualquer um, por ser algo muito pessoal ou até pesado/controverso. O segundo motivo é que eu tenho plena consciência é que, na maior parte do tempo, nem tudo o que eu gostaria de conversar ou desabafar sobre é algo que as pessoas à minha volta teriam interesse.
Quanto aos “duetos de monólogos”, tenho que confessar que sou culpado de participar deles, com mais frequencia do que gostaria. Às vezes a conversa cai num determinado assunto onde eu quero compartilhar minha experiência sobre aquilo, aí a pessoa responde com a experiência dela ou vice-versa…é foda.
#preguiça#cansativa#chata
#TemRafasDemaisPorAqui!
Mas pela sua ̶b̶u̶r̶r̶i̶c̶e̶ inocência já sei que não é o tipo de Rafa que sabe jogar.
Eu ja vi muito aqui
Desde 2008 e algumas coisas bem constragedoras
Sally visivelmente constrangida com Marciel soltando os cachorros na mãe dele na familia disso a pior, insuportável e todos apenas o aturavam.
Preciso falar, como alguem consegue ser tratado com tanta indiferença desdem e nojinho até e não se incomodar? Nem mesmo um pouco?
Ela realmente n percebe?
Nem depois desse texto do Siago?
Gente, ta ficando feio.
Rafa,
Sabe o que eu ainda não vi por aqui? Você. O seu apelido habitual é esse mesmo ou eu estou precisando ler mais?
PS: Brincadeira minha! Somos todos @s anônimas e sem importância e sem glamour. No mais, “não se acomode com o que te incomoda.” (essa foi sabedoria pura, hein?)
somir, estava pensando nesse assunto outro dia desses e em como vc era para raios de pessoas malas que nunca param de falar (enquanto eu sou para raios de malucos, estranhos e gays)
para refrescar sua memoria, duas pessoas lembradas com muito carinho: tio e dálmata
Fiquei entediado só de lembrar…
Tender,
Me perdoe a ousadia, mas sempre que alguém me fala “Só atraio maluco!” eu fico bem atenta, porque quase sempre a maluca é a própria pessoa que diz isso.
“Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo.”
“Toda crítica é uma confissão.”
“A gente atrai o que transmite.”
“Quem procura acha”
“Não sou sete de setembro, mas sou uma parada.”
“Carteiro feliz é aquele que gosta de sê-lo!”
“Se feminismo é falta de rola, machismo é falta de quê”
(Sim, eu coleciono frases pseudo-babacas pra para-choque do meu caminhão. E, sim, eu não tenho foco, nem limites.)
“Já pensou o dia em que o Papa se tocar
E sair pelado pela Itália a cantar
Ehê, Ahá! Quando acabar o maluco sou eu…”
Tema interessante. O diálogo verdadeiro, em que as pessoas se escutam mesmo, é tão raro que chega a ser um milagre da comunicação.
Primeiro, a gente pensa. Depois, a gente fala (ou escreve). Depois, é a vez de o outro falar (ou escrever) e, enquanto o outro fala, a gente não perde tempo: pensa no que vai falar em seguida. Com o outro acontece a mesma coisa quase sempre, com raríssimas exceções.
É por isso que é tão difícil evoluir. Andamos em círculos, sempre repetindo os mesmos erros, sempre ensimesmados e solitários, ainda que cercados por gente interessante. A maioria de nós está sempre se projetando em tudo e em todos, sempre tirando conclusões apressadas, comentando sem ler, julgando sem entender, tendo certezas sem precisar conhecer…
É só reparar nas opiniões postadas pelos anônimos que frequentam o Desfavor. Com um pouco de atenção, percebe-se que a maioria é previsível e repetitiva, porque não ouve de verdade: só quer falar. E quem só quer falar leva tudo para o lado pessoal, inclusive em um ambiente que torna isso quase ridículo, por todos serem anônimos.
Ainda assim, não é “o texto pelo texto”, a “ideia pela ideia” porque, mesmo os inteligentes dificilmente estão dispostos a ouvir (ler, entender) algo que não seja reflexo deles mesmos.
Arrisco dizer que nossas rotinas tendem a ser monótonas justamente por isso: Numa conversa, o que se tem, geralmente, são dois monólogos: todo mundo fala, mas ninguém ouve (de fato) ninguém. Sejamos honestos: Quantos de nós conseguem ver e escutar qualquer coisa além do que são? Faço uma AUTOCRÍTICA: eu não sei se consigo.
PS: Eu sei que seu texto se refere aos desajustados, aos que agem como esquizofrênicos que não percebem quando estão incomodando e que não tem nenhuma noção de adequação. Mas os que se destacam por serem “loucos” são aqueles que ultrapassam demais a linha da bizarrice e da absoluta incapacidade de comunicação. Seria fácil a gente se resolver se o problema da falta de comunicação da humanidade estivesse apenas nos desajustados óbvios. É muito triste que eles vivam ilhados na absoluta ausência de comunicação, mas nós nos contentamos com ruídos. O que é triste também.
Tenho me contentado com ruídos, infelizmente eu (pessoalmente) sinto que às vezes eu preciso dispensar algo mais interessante (ou mesmo importante) por causa de alguém que sabe “meu” endereço e me “aluga” ou a alguém do “meu núcleo”, quando ainda vai ficar faltando qualquer outro lugar mais aceitável para minha concentração…
Eu chego a comentar tanto na RID para deixar raciocínios (quase) completos, apesar da minha falta (principalmente na versão móvel) de revisões “ao ponto”/antecipadas…
DSVS,
Não entendi o porquê de você ter que dispensar algo mais interessante por causa de alguém que sabe o seu endereço e te aluga?
A primeira coisa é ser honesto: a pessoa sabe que você não a suporta? Você verbalizou de alguma forma? Porque não se pode reclamar se não foi claro ao se comunicar. Tem que ser explícito. Com educação, se possível, mas ser explícito.
Agora, se a pessoa for mais do que inconveniente e te perseguir, aí você deve tomar alguma medida séria, como fazer um B.O, pedir ajuda a amigos… Mas os loucos são exceção. A maioria das pessoas é só chata mesmo e merece saber que é. Fale.
E quem só quer falar leva tudo para o lado pessoal, inclusive em um ambiente que torna isso quase ridículo, por todos serem anônimos.
Mudando de assunto: eu acho ridículo e não acho, ao mesmo tempo. De uma certa forma é sempre pessoal, mesmo sendo anônimos. Essa é uma “sutileza” que se perdeu depois da era das redes sociais: a noção de que o anônimo não é só alguém que se esconde, mas alguém que quer se mostrar a partir de suas ideias, opiniões e conhecimentos. Ser anônimo não elimina ser uma pessoa. Pode ser impressão minha, mas você parece enxergar o anonimato como um baile de máscaras, mas pode ser mais do que um jogo… pra mim o anonimato é uma colônia nudista. Ninguém está mais exposto que quem se mostra a partir da sua mente. Eu gosto de ver os anônimos perdendo a linha e botando o coração na ponta da caneta, é muito honesto, muito mais do que a vida real, eventualmente. Só acho patético mesmo o contexto do texto de hoje, quando se fala com as paredes sabendo que se fala com as paredes.
Será que sabem? Nem sempre a pessoa sabe que fala com as paredes. Os esquizofrênicos ouvem vozes dentro da cabeça deles… Como explicar uma coisa absurda dessas? Não tem como explicar…
Mas talvez as vozes gritem tanto dentro deles, que eles não tenham sequer uma oportunidade de perceber que as paredes são surdas. Não é uma escolha. São coitados. “Prisão sem grades”.
Eu tive perfil falso no Orkut, mas sempre fui do tipo “Vamos zoar”. Nunca fiz experimento social sério, nem nada do tipo. Talvez por isso eu não via o anonimato como revelador de verdades reprimidas e de hipocrisias ocultas. Via mais como covardia minha mesmo, porque não dava para participar de certas comunidades com meu perfil real…
Eu enxergava o anonimato no Desfavor como um baile de máscaras, sim. Você tem razão na observação. Demorei demais para perceber que não é bem assim… As pessoas se levam a sério por aqui. Com exceção de poucos, as verdades não escapam de vez em quando, as verdades (dos pensamentos) são a regra, mesmo que os sexos estejam trocados e os nomes não sejam reais. Isso faz com que muitos se ofendam mais com o que eu digo aqui do que se disser o mesmo abertamente, numa rede social com minha cara ou numa mesa de bar. Egocentrismo no anonimato é muito difícil para minha limitada inteligência compreender.
Lembro de um Siago Tomir-punição em que podíamos votar e eu falava: “Queremos mais evasão de privacidade!”, “Votem na minha chapa!” e algumas pessoas se doeram como se eu tivesse poder de fazer os autores (que não conheço!) contarem a vida privada deles MESMO. Ou como se me importasse de verdade com “votos” de anônimos. Ou como se fosse possível acreditar que Siago Tomir tinha mais verdade do que ficção. Me espanta como tanta gente acredita…
Pessoas se doeram muitas vezes com a minha interpretação do “Trolls trollando trolls”. Acreditaram quando eu descrevi que tenho medo de você e te acho psicopata. Não pensaram que, se eu tivesse medo MESMO não estaria aqui, exposta, com IP e etc. Acreditam em tudo. Até que eu sou feminista radical mesmo! Por quê? Porque mais falam a verdade do que mentem. Isso foi chocante para mim (que nunca acreditava em nada e achava que era tudo zoeira) e me mostrou o quanto a minha interpretação é limitada e insuficiente. Eu, que gosto tanto de ler, não li. Minha ignorância é infinita.
Muito barulho por nada! Vaidade, todo mundo tem! Mesmo em um comentário pão com ovo sobre um blog idem. Feminismo? Nada de bom termina em “ismo”.
Rafinha,
Você é menino ou menina, flor?
Pelo tom machistinha, é machinho, acertei?
Tudo o que acaba em ismo é ruim?
Pacifismo.
Companheirismo.
Profissionalismo.
Aeromodelismo.
Ciclismo.
Cubismo.
Nudismo.
Hipismo.
Esportismo.
Realismo.
Jornalismo.
Organismo.
Tô com o Rafa T.
Quem não sabe se é menino ou menina? “Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo”.
Véia professora Paulistana, ensina o quê? Cinismo, Feminazismo ou Jornalismo?
Muito pão com ovo pra você, velhota!
Dexter! Interessante!
Será que você se inspirou no Dexter do laboratório ou naquele Dexter psicopatinha justiceiro?
E eu ensino Paraquedismo. Que é tão terrível quanto todo e qualquer outro “ismo”
PS: E velhote é o cafetão que não te pariu. Sou “melhor idade”.
Marina, você é tão mala quanto os machistas e os feministos! Quem tem pseudônimo de Dexter só pode viver no onanismo!
Vamos comer pão com os ovos deles!
Eu não como o pão nem o ovo de ninguém! Deixo pra você…
Mas me conta:
Quando Miss Auê me fala de Rafa T, sei mais de Dexter do que de Rafa T?
“Quando Dexter me fala de Rafa T, sei mais de Dexter do que de Rafa T?”
Mina, cê não é pão com ovo! É verborrágica! Fala pacarai!
Parece cruza de papagaio com camelô! Ou está só fingindo ser mulher? Deve ser um velho pelancudo com saco de berinjela!
Ai, Penha!!!!!!!! Fui descoberta!!!
Mas muita gente por aqui posta com o sexo trocado. Muita gente MESMO. Eu não sou diferente. Uso o anonimato para dizer o que realmente penso: Sou um homem cis que odeia outros machos cis. Só gosto de mulheres, por isso meu feminismo radical e minha misandria fazem sentido!
Quanto menos machos, mais fêmeas sobram pra mim!
Eu tenho uma curiosidade: Por que “Miss Auê”? Qual o significado disso no universo dos apelidos dos comentaristas de portal?
Muito complexo pra sua inteligência, feminazi de boutique? Satanás vai te pegar, sua PCO! Mexeu com um, mexeu com todos! Somos todos Somir!
Todos Somir? TODOS??? Não é muita falta de ambição na vida, “Thiago”?
Ou será que os mistérios da Bíblia invadiram até mesmo uma casa de ateus?
“Pois assim como em um corpo temos muitos membros, e todos os membros não têm a mesma função, assim também nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e cada membro está ligado a todos os outros.”
“Como há somente um pão, nós, que somos muitos, somos um só corpo, pois todos participamos de um único pão.”
Urbanismo.
Pompoarismo.
Eu pompeo, tu pompoas, ela pompoa
Nós pompoamos, vós pompoais, elas pompoam!
Pompeu, Pompilho, Pomposo???
Dr. Abobrinha?
E aí, velhota? Você já deu de mamar?
Mago da Paty?
De todos os nicknames, o mais patético foi esse mago da tal Paty…
Eu sou eu, você é você. Quem é parvo, eu ou você?
EU. Sem dúvida nenhuma: eu!
” – Espelho, espelho meu, existe alguém mais tola e estúpida do que eu?
E o espelho respondeu:
” – Você sabe que não. Por que sempre pergunta? Que esperança é essa de ser menos tonta? Brasileira média é elogio pra você, Marina.”
Sento e choro em posição fetal.