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Processa Eu!: Leitores do desfavor.

| Desfavor | | 51 comentários em Processa Eu!: Leitores do desfavor.

Adivinhe quem é quem!Autoria: Sally
Comentaria: Somir

Ficamos na dúvida sobre quem homenagear hoje. Porque já fizemos de tudo para ofender e provocar reprovação nas datas comemorativas do blog. Já mexemos com meio mundo, desde Jesus Cristo até Pelé. Daí quebramos a cabeça pensando o que poderia ser duas vezes mais escroto do que mexer com as pessoas que nossos leitores admiram? E a conclusão veio fácil… mexer com aqueles que perdem seu tempo e vem aqui ler este blog. O Processa Eu de hoje é sobre os leitores do Desfavor. Nada como morder a mão que te alimenta!

O problema do mundo são as pessoas. Quando criamos o desfavor, eu quis inovar na escrotice fazendo o blog não ter comentários. Nunca fui muito fã de trocar idéias, fico com a sensação de ter sido sacaneado na troca. Mais ou menos como presentear alguém com uma coleção de DVD’s e receber em troca um marcador de livros no amigo secreto. Sally, muito menos ditatorial, não concordou e quis dar voz ao público. Aposto que ela se arrepende disso em alguns dias…

Ninguém tem dúvidas de que uma pessoa que lê o Desfavor tem problemas mentais sérios. Basta uma rápida consulta na coluna Desafvor Web, “Ei, você”, onde Somir identifica o que as pessoas procuravam no Google quando caíram no Desfavor. Se você ainda não leu, é imperdível. Vai lá na nossa janelinha de consultas e digita “Ei você”. Sei que muitas pessoas pensam que o “Ei, Você” é inventado, mas infelizmente não é. Nem mesmo Somir conseguiria inventar coisas tão toscas. É tudo verdade. Bem, com base nas frases em que alguns dos nossos leitores usaram para chegar no Desfavor podemos ter uma noção superficial do tipo de gente que acompanha este blog.

Como temos ORGULHO de ser a Coréia do Norte dos blogs nacionais (isolados e agressivos com os vizinhos), quase todo mundo que lê este blog, provavelmente você também, chegou aqui pesquisando algum assunto no Google. E como não ficamos fazendo prostituição de links, não é muito comum que apareçamos nas primeiras páginas (CEO está matando a relevância das pesquisas…). Isso também tem um significado: Esse povo está REALMENTE interessado nas porcarias e podreiras que pesquisam.

Frases lendárias dão uma idéia do tipo de cabecinhas que batem ponto aqui. Dá até para separar por categorias! Tem a categoria de retardados mentais que em vez de digitar palavras-chave, conversam com o Google. Frases como: “como fasis as mais fica feliz cor a filia?”, “QUANDO OS HOMENS DAS CAVERNAS MORREM O QUE ACONTECE”, “O que as mulheres acham de homem que gostam de fio terra”, e “porque cachorro caga mais que come?”. Questões de alta indagação. O desenvolvimento intelectual dos nossos leitores surpreende!

A pessoa não quer nem ter o trabalho de pensar no que pesquisar. É o sedentarismo intelectual comendo solto! Eu sempre imaginei se essa gente conseguia sequer entender os resultados de suas pesquisas, depois de dois anos de desfavor, agora eu tenho certeza! Que não. O Google deveria reconhecer quando uma pessoa fez uma pergunta completa e só oferecer resultados de imagens. Seria mais prático…

Tem também as pessoas escatológicas que caíram aqui procurando cenas bizarras como: “mulher transando com porco”, “Vadia Vomitando na rola do Velho Bizarro”, “cãosinho de estimação lambendo boceta de madame”, “porno pedofelia crianças”, ““VIDEO CACHORRO LAMBENDO XOXOTA DA MADAME EM CASA”, ““mulher gozando no pau do cavalo”
e ““sexo com merda”. Gente refinada e muito normal, afinal, quem de nós não chega cansado do trabalho e vai para o Google tentar visualizar uma vadia vomitando na rola de um velho bizarro?

Pois é! Hã? Ironia? Ah… Claro! Eu também estava… sendo… irônico. Ahem… Mas mesmo eu que já pesquisei coisas horrendas me surpreendo com os desejos secretos de nossos leitores. É de uma especificidade impressionante.

Também temos a categoria Vergonha Alheia Master, com frases que são simplesmente vergonhosas. Leitores que chegaram até o Desfavor procurando coisas no Google como: “não consigo arrotar e nem soltar peidos ?”, “sexo no second life”, “incomoda se depilar os cabelos da bunda”, “pq quando fazemos sexo peidamos ?”, “quero ser fudido por cachorro”, “minha esposa me confidenciou que sua amiga ja deu o cuzinho”, “como lidar com quem é coprófilo”, “sexo oral fiquei com mal hálito e saliva”, “o homem mais punheteiro do mundo”, “travistis malucos”, “protetor de penis para ballet”, “Como saber se você é broxa antes do sexo” e finalmente o pior de todos: “jose mayer de sunga”. É isso. A gente pesquisa, estuda, procura se manter atualizado e passar as notícias mastigadinhas e em troca recebe a visita de pessoas que querem comprar protetor de pênis para balé. Suuuuuucessooooo! *amarrando uma corda em volta do pescoço.

Muito José Mayer de sunga na vida de todos vocês: Esses são os votos do desfavor para os seus leitores.

Você deve estar se perguntando se estas são as piores buscas dos últimos dois anos. Não, estas são apenas as buscas referentes a cinco ou seis dias aleatórios de leitores que chegaram ao Desfavor, dias em que o Somir não tem tempo ou paciência para escrever uma postagem normal. Sim, corresponde a meia dúzia de dias randômicos. Imagina o que já não passou e a gente não viu? Por estas pessoas pinçadas ao acaso a gente já tem uma idéia do no nível do leitor. Mas calma que piora. Além de ler o blog estas criaturas ainda nos mandam comentários e e-mails.

Eu pego as pesquisas ENQUANTO escrevo o texto, quase sempre em cima da hora de postar. O maior trabalho é escolher quais delas são piores. Várias divertidas são retiradas por tratar de assuntos semelhantes…

Minha opinião pessoal é a da que o pior leitor, o mais fdp, o mais medíocre é aquele voyeur que não comenta porra nenhuma, apenas lê o Desfavor em silêncio. Sim, eu prefiro as antas analfabestas com seu miguxes em Caps do que os que ficam lendo em silêncio. Acho covarde, sem graça. Se não vale a pena nem trocar uma idéia com a gente, porque bater ponto aqui para ler as nossas postagens? Joga um comentário, mesmo que seja anônimo, pô! Apesar de que, alguns comentários conseguem a façanha de eventualmente superar o silêncio, tipo mandar a Suellen estudar por uma crítica feita ao Kaká. Tem dias em que abro a página da moderação dos comentários e dá vontade de tirar os olhos e guardar na bolsa.

Quem cala, consente. Considerando o público diário do desfavor, temos 99,99% de concordância silenciosa em relação aos que reclamam. Isso que é taxa de aprovação!

Eu sei que os burrinhos são chatos, são repetitivos e não conseguem argumentar, mas eu nutro um carinho inexplicável por eles. Antes um burrinho do que um pau no cu que vem aqui só para pentelhar. O burrinho fala com o coração, aquela bosta truncada vem carregada de sentimento. O pau no cu não, mede cada palavra para parecer bonito e mais inteligente do que todo mundo, vem dar lição, se promover.

Considerando as pesquisas que os trazem até aqui, os comentários cretinos eram consequência natural.

Temos aqueles leitores que levam a internet suuuuper a sério. Descontrolado, descompensados. O Somir adora o tipo. Xingam, se rasgam todos, se aborrecem, batem boca. Muito bacana, este tipo de leitor anima o blog e ainda serve como saco de pancada para aqueles dias em que você quer descontar a raiva em alguém. Qualquer assunto, por mais banal que seja, é motivo para a pessoa comprar uma briga feia: falar mal do blog da Carla Perez, dizer que numerologia é embuste ou até mesmo falar mal da Carolina Dieckmann. Geralmente eles mostram a cara quando mexemos com o objeto de adoração deles, o que costuma se dar no Processa Eu ou no Deleta Eu. Pessoas que poderiam estar passeando, tomando um sorvete, indo ao cinema, beijando na boca… vem ao Desfavor reiteradas vezes xingar, ser xingado e espernear. Vergonha alheia.

INTERNET: COISA SÉRIA! Foi com o desfavor que eu descobri que tenho inveja de tudo que critico. O público raivoso é o mais divertido porque sempre tenta ofender validando a crítica recebida: Se eu chamo um grupo de mulheres de “bucetas ambulantes”, elas aparecem aqui para dizer que eu preciso fazer sexo…

Tem também os sabichões que vem mostrar toda sua erudição em um blog que elegeu como patrono Rafael Pilha e como mascote Tillikum. Pessoas que se levam muito a sério vem a um blog que não se leva nada a sério, falar sério com a gente. Daí gastam toda sua erudição em comentários chatos e muitas vezes longos para tomar um “nenli” de um bando de pessoas que chegaram aqui procurando por José Mayer de Sunga. Gente que vem aqui defender uma escrita formal em um blog onde escrevemos um Processa Eu sobre o He-Man esta visivelmente perdendo seu tempo e passando um atestado de pau no cu. Daí vem nos paunocuzar explicando como palavrões desmerecem um texto ou minam sua credibilidade. Talvez achem que esta é a única forma que sabemos escrever. Talvez achem que a forma é mais importante que o conteúdo. Talvez não percebam que ficaria simplesmente patético erudição em um Desfavor Explica sobre merda.

Odeio esses “pobres de espírito” que acham que palavreado rebuscado corresponde a argumentação elevada. Se você tem a mesma opinião de um semi-analfabeto raivoso qualquer, não é a sua eloquência que vai torná-la menos ignorante.

Definitivamente estas pessoas ainda não se deram conta de ONDE estão ou tem dificuldades em aceitar que o que elas consideram bacana não é verdade absoluta. O mérito está em ser versátil, em saber ser erudito quando precisa e um estivador quando o momento pede. Pior do que falar palavrão é não ter flexibilidade.

Eu conheço os tipinhos que reclamam de palavrões: São aqueles que tentaram desmerecer a lógica argumentativa e SE FODERAM!

Tem aqueles que são “a favor do contra”. Não importa o que a gente escreva, sempre discordam. Sempre citam uma tribo no interior do Zimbabue onde tudo é diferente daquilo que narramos, como se exceção fosse a regra. E nunca estão felizes com os temas abordados: se escrevemos sobre temas sérios, o texto é chato. Se escrevemos sobre temas de mulezinha, o texto é histérico. Se escrevemos sobre escatologia, somos baixo nível. Não tem como agradar. Não que a gente queira, mas enche o saco do resto dos leitores sempre as mesmas caras reclamando.

Ah, a memória feminina… De qualquer forma: Tentar agradar o público é RECEITA de texto ruim. Tem um milhão de blogs de gente carente que faz qualquer coisa para levar um tapinha nas costas, precisa vir para cá para ficar paunocuzando?

Sem contar o grande número de analfabetos funcionais que nos acompanham (“como fasis as mais fica feliz cor a filia?”). Você escreve um texto inteiro de quatro páginas dizendo que chimpanzé gosta de banana e ao final faz um breve comentário sobre como um mico pode roubar uma banana de um chimpanzé e chove comentário do tipo “Vocês fazem texto só para chamar mico de ladrão (…)” ou ainda “E vocês passam quatro páginas dizendo que todo mico rouba (…)”, inserindo ao final um KKKKK GRIPE SUÍNA!

Eu já não me dou mais ao trabalho de responder para esse povo. Tenho a nítida impressão que a pessoa tem uma espécie de memória RAM no lugar de cérebro. Quando uma frase é lida, a anterior é apagada para dar lugar. Contexto? wat

Tem aqueles com disritmia mental, que pensam em 220v e escrevem em 110v. Começam o comentário com uma frase aparentemente coerente e depois vão se perdendo nas palavras até construir um emaranhado de substantivos sem noção (sim, geralmente eles comem os verbos). Não se entende absolutamente nada. Não sei se é preguiça mental, deficiência cognitiva ou simplesmente burrice mesmo.

A teoria do cérebro RAM ainda se aplica.

E tem os espertos. Os espertos percebem o que mais ninguém na humanidade viu – porque eles são suuuper espertos. Percebem que nem tudo é verdade no Siago Tomir, percebem que na verdade o Processa Eu não fala de pessoas de nacionalidade suíça e assim por diante. Daí expõe sua grande descoberta como se fosse espertão. É tão tosco que geralmente os outros leitores costumam até ignorar por pena.

Dá vontade de passar pela tela e esganar a pessoa enquanto berra: ERA JUSTAMENTE ESSA A PIADA, SUA MULA! Parece que o povo não se toca que nós adoramos fazer piadas de nós mesmos. Mas admito que me divirto muito quando a pessoa se dá ao trabalho de explicar seu “plano de supervilão” para demonstrar sua sagacidade!

Tem também aqueles leitores moscas mortas, cagões, cuzões que ficam em cima do muro. “Concordo com os dois…”, “os dois estão certos…”, “os dois tem um pouco de razão” ou ainda “você está certa mas também está errada”. Expõe qualquer ponto de vista ou divergência pisando em ovos. Vapáporra!

Não adianta puxar saco ou fazer a social por aqui. Perceberam que nos comentários não tem nem espaço para foto do perfil? Perceberam que o bloco de seguidores está escondido? É proposital. O comentário anônimo é o fundamento da participação do público aqui.

E os revoltadinhos, que começam os comentários com “Eu sei que vocês não vão aprovar isso mesmo…”. HAHAHAHAHA. Acho que metade dos comentários do Desfavor começa assim! Pode xingar que a gente aprova (e adora), só não pode ficar paunocuzando e enchendo o saco, querendo ficar de picuinha, batendo boca, tumultuando. Xinga aí para você ver se a gente não aprova!

Já aprovamos verdadeiros tratados sobre como somos seres horríveis. Os comentários são moderados para que nunca se esqueçam que isso aqui não é uma democracia. E além do mais, tem gente que acha que criticar é sinônimo de escrever roteiro de filme pornô. Guardem suas fantasias sexuais para si mesmos! (A não ser que sejam bizarras e engraçadas… Aí é só mandar para Somira…)

É isso. Em tese a gente fez tudo certo, mas por um motivo desconhecido acabamos atraindo uma massa de imbecilóides que tem uma tara quase sexual por meter o pau na gente mas continuar nos seguindo. O que me intriga é que pelo nível intelectual, é quase certo que nossos leitores, em sua maioria, não compreendem nem 10% dos nossos textos. Qual seria a graça de ficar voltando aqui? Não sei.

É tudo ENVEJA!

A verdade é que a grande massa dos nossos leitores depõe contra a gente. A intenção de criar um blog com público seleto e cabeças pensantes foi pra casa do caralho. Mas pelo menos eles vem aqui meter o pau na gente, o dia em que começarem a concordar, nem durmo mais.

Desfavor 2 anos: GRANDES MERDAS!


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